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WKoerich conclui etapa decisiva com concretagem da laje de transição no Soul

Foto do escritor: Andre Caetano
Andre Caetano
há 5 horas
2 min de leitura

Solução de alta complexidade estrutural permitiu otimizar o layout dos apartamentos no pavimento-tipo sem comprometer o fluxo e a quantidade de vagas de garagem no embasamento.


ESTÚDIO FINAL - Soul WKoerich
ESTÚDIO FINAL - Soul WKoerich

A WKoerich atingiu um marco fundamental no avanço das obras do empreendimento Soul: a conclusão da concretagem da laje de transição. Considerada um dos elementos mais desafiadores do projeto do ponto de vista da engenharia estrutural, a execução desta etapa representa uma verdadeira conquista técnica para a construção civil.

 

Em edifícios residenciais modernos, conciliar o posicionamento ideal dos pilares nos pavimentos residenciais com a disposição fluida das vagas de estacionamento no embasamento costuma ser um grande desafio arquitetônico. A laje de transição surge exatamente para solucionar essa incompatibilidade. Sua função principal é receber a alta carga vinda dos pilares da torre e redistribuí-la com total segurança para pilares posicionados em novos pontos nos pavimentos inferiores.

 

“Para viabilizar essa mudança com máxima eficiência e segurança, nós adotamos a tecnologia da laje protendida aliada ao concreto de alta resistência. Nesse sistema, cabos de aço tensionados atuam no interior da estrutura de 20 cm de concreto, aumentando significativamente a capacidade de suporte e a estabilidade global do edifício” explica Guilherme Salgado, engenheiro responsável pela obra.

 

No Soul WKoerich, essa solução viabilizou a inversão estrutural do alinhamento dos pilares. Na prática, os pilares sobem até determinado pavimento e passam por uma mudança de posicionamento através dos blocos de transição.

 

Como resultado direto, as plantas dos apartamentos foram liberadas para layouts mais amplos, integrados e funcionais, ao mesmo tempo em que a garagem no embasamento foi preservada com o máximo de espaço livre, garantindo manobras confortáveis e mantendo a quantidade total de vagas sem interferências indesejadas.

 

“Por trás desse resultado estão muito planejamento, um projeto estrutural cuidadoso e uma execução extremamente precisa. Tratou-se de um processo que exigiu alta densidade de armaduras, cordoalhas de aço para protensão e um controle de qualidade rigoroso em cada detalhe da concretagem”, destaca Salgado. “Assumimos esse alto investimento porque entendemos a importância de entregar vagas de garagem o mais livres e acessíveis possíveis lá embaixo, sem abrir mão de plantas residenciais perfeitas e bem posicionadas nos andares superiores.”

 

Ainda de acordo com o engenheiro, embora exija um investimento financeiro expressivo e um alto nível de complexidade executiva, razão pela qual muitas construtoras optam por não adotar a solução, a escolha pela transição estrutural reflete o compromisso da empresa com a excelência do produto final.

 


Fonte: Apoio Comunicação

 
 
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